sábado, 25 de maio de 2013

Meu Bairro, minha História....


Obs; o nome do projeto foi dado pela aluna Isabela Fratelli








Projeto em  desenvolvimento com o 8º ano do EF que tem a pretensão da reconstrução da História e Memória do lugar onde eu vivo. 
Professores envolvidos; Silvana Antonia Dos SantosPaupitz,Fabi Souza e Zulmira Tinti.

 A primeira socialização,  foi pra apresentar a história dos nomes dos bairros e  das ruas  em que os alunos moram.

Na segunda socialização foi para apresentação das infraestruturas dos bairros e prédios públicos, (nomes e história dos nomes), bem como; escolas,Postos de Saúde e outros.

 Terceira etapa e socialização será as histórias, causos e lendas urbanas que permeiam o universo imaginário humano dos bairros.

 O projeto segue em andamento pois tem previsão para durar o ano letivo. As próximas etapas serão descritas aqui. 





Alunos da professora Silvana Paupitz apresentando suas pesquisas e estudos em grupo através de seminários.



No que consiste o assustador seminário?

Os alunos em grupos organizados por eles ou pelo professor fazem uso de livros, revistas, sites e outros meios de pesquisas, lêem, interpretam,analisam, questionam e se preparam para compartilhar o fruto dos estudos com os colegas da classe.

O professor pode lançar mão de diversos ou usar somente um tema e dividi-lo por grupo formado.
Exemplo; O tema é  Egito Antigo; um grupo estuda a cultura da época, outro a economia,outro grupo a formação da sociedade e o governo, outro os deuses e o sistema de mumificação. Esses dois itens                   atraem os alunos para o estudo, então inicie as apresentações por eles. 


Pode-se formar um círculo de alunos no pátio ou debaixo de uma árvore dentro do recinto escolar ou até mesmo em sala de aula. Também o grupo pode experimentar a oportunidade de ser professor por alguns minutos... rsrsrs 





Podem também os alunos lançar mão do vídeo ou slides, lembrando que os jovens de hoje têm facilidade incrível para criar,recriar e manusear os diversos tipos de mídias.

Alunos do 1º ano A do EM da profª Silvana Paupitz  apresentando para o 6º ano A do EF as teorias de como o homem chegou às Américas  


Vídeo de incentivo a leitura


Sob a orientação da coordenadora do EM Dulcimar Ramada, os  alunos da 3ª série do Ensino Médio da professora Silvana Paupitz tiveram a felicidade acredita no projeto por eles protagonizado de incentivo a leitura apresentando e debatendo com os alunos do Ensino Fundamental o curta; Os fantásticos livros que voam da Editora Rígel. Deu muito certo e nossa galerinha continua animada na leitura e viagens fantásticas através de uma boa leitura.

Tatiany Temporin e Luis Henrique
Alunos do 6º ano do EF




Fernando Marquesine, Mariana Hanisch, Tatiane Temporin e luis Henrique


Alunos do 7º ano B

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Jovem Protagonista

Ser negro no Brasil ainda é ser alvo de preconceitos e a ideia de separação de raças. Em um certo programa de entrevista,  em um certo ano em um certo dia,  em um certo dado momento o apresentador de renome virou-se e perguntou a  certa  entrevistada;
__ "Como é ser  famosa e representante  da tua raça?"
A então famosa cantora Zezé Mota respondeu com as seguintes perguntas: 
__" Qual raça? A humana?" 
Paradeira geral, e a entrevista foi encerrada. E assim o mundo continua a girar e, quando se faz a pergunta; qual raça, a humana? A sociedade prefere se calar. " Macaco desnutrido", essa foi a recente ofensa de uma criança para a outra que infelizmente ou felizmente, depende do olhar, chegou aos meus ouvidos. O que entendo? A sociedade se calando!  Minha atitude? Iniciar um trabalho com essas crianças que ensine o que deveria ser de competência dos pais ou responsáveis. Mas o que esperar desses pais que são elos dessa sociedade que se cala! Mão a obra, não é esse o ditado popular? Se estou angustiada e estarrecida devo fazer a minha parte, mesmo que essa parte não era  de minha inteira responsabilidade.  Agora é.



 O jovem protagonista Leandro Cândido, aluno da escola pública Genésio de Assis,escritor e  interprete da peça que tem por título; História de um negro,ainda  sem data marcada para a estréia, tem ensaiado com efetiva responsabilidade na querência de fazer sua parte.




 A peça conta um pouquinho da história de uma imensa população africana que forçosamente trazida para o Brasil colonial deu um significativa contribuição para com o desenvolvimento do Brasil que vivemos na atualidade. Segundo Leandro Cândido, a peça tem por intenção que as pessoas ao irem ao teatro assistires a peça  viagem ao passado deu seu país e percebam a  história de sofrimento de um povo  heroico.



No desenvolvimento do regime escravocrata no Brasil, observamos que os negros trazidos para o espaço colonial sofriam um grande número de abusos. A dura rotina de trabalho era geralmente marcada por longas jornadas e a realização de tarefas que exigiam um grande esforço físico. Dessa forma, principalmente nas grandes propriedades, observava-se que o tempo de vida de um escravo não ultrapassava o prazo de uma década.



Quando não se submetiam às tarefas impostas, os escravos eram severamente punidos pelos feitores, que organizavam o trabalho e evitavam a realização de fugas. Quando pegos infringindo alguma norma, os escravos eram amarrados no tronco e açoitados com um chicote que abria feridas na pele. Em casos mais severos, as punições poderiam incluir a mutilação, a castração ou a amputação de alguma parte do corpo. De fato, a vida dos escravos negros no espaço colonial era cercada pelo signo do abuso e do sofrimento.



Entretanto, não podemos deixar de salientar que a população negra também gerava formas de resistência que iam contra o sistema escravista. Não raro, alguns escravos organizavam episódios de sabotagem que prejudicavam a produção de alguma fazenda. Em outros casos, tomados pelo chamado “banzo”, os escravos adentravam um profundo estado de inapetência que poderia levá-los à morte.



Não suportando a dureza do trabalho ou a perda dos laços afetivos e culturais de sua terra natal, muitos negros preferiam atentar contra a própria vida. Nesse mesmo tipo de ação de resistência, algumas escravas grávidas buscavam o preparo de ervas com propriedades abortivas. Além disso, podemos salientar que o planejamento de emboscadas para assassinar os feitores e senhores de engenho também integrava esse corolário de ações contra a escravidão.




Segundo a perspectiva de alguns estudiosos, as manifestações culturais dos negros também indicavam outra prática de resistência. A associação dos orixás com santos católicos, a comida, as lutas (principalmente a capoeira) e as atividades musicais eram outras formas de se preservar alguns dos vínculos e costumes de origem africana. Com o passar do tempo, vários itens da cultura negra se consolidaram na formação cultural do povo brasileiro.



Do ponto de vista histórico, os quilombos foram a estratégia de resistência que melhor representou a luta contra a ordem escravocrata. Ao organizarem suas fugas, os negros formaram comunidades no interior das matas conhecidas como quilombos. Nesses espaços, organizavam uma produção agrícola autônoma e formas de organização sociopolítica peculiares. Ao longo de quatro séculos, os quilombos representaram um significativo foco de luta contra a lógica escravocrata.




Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola

domingo, 12 de maio de 2013

Dia das mães!!!!!!!!!!!



Para Sempre 


Por que Deus permite que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite, é tempo sem hora,
luz que não apaga quando sopra o vento e chuva desaba,
veludo escondido na pele enrugada,
água pura, ar puro, puro pensamento.

Morrer acontece com o que é breve e passa sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça, é eternidade.

Por que Deus se lembra- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo, baixava uma lei:

Mãe não morre nunca, mãe ficará sempre junto de seu filho
e ele, velho embora, será pequenino feito grão de milho.

Carlos Drummond de Andrade




A data surgiu em virtude do sofrimento de uma americana que, após perder a mãe, passou por um processo depressivo. As amigas mais próximas de Anna M. Jarvis, para livrá-la de tal sofrimento, fizeram uma homenagem para sua mãe, que havia trabalhado na guerra civil do país. A festa fez tanto sucesso que em 1914, o presidente Thomas Woodrow Wilson oficializou a data, e a comemoração se difundiu pelo mundo afora.
As mães são homenageadas desde os tempos mais antigos. Os povos gregos faziam uma comemoração à mãe dos deuses, Reia. Na Idade Média os trabalhadores que moravam longe de suas famílias ganhavam um dia para visitar suas mães, que os ingleses chamavam de “mothering day”.



FONTE: http://www.brasilescola.com/datas-comemorativas/dia-das-maes.htm

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Dia do Trabalho O dia do trabalho foi criado em Paris, na França, em 1889. Conheça a história do dia do trabalho e sua consolidação no Brasil.



Comemorado no dia 1º de maio, o Dia do Trabalho ou Dia do Trabalhador é uma data comemorativa usada para celebrar as conquistas dos trabalhadores ao longo da história. Nessa mesma data, em 1886, ocorreu uma grande manifestação de trabalhadores na cidade americana de Chicago.

Milhares de trabalhadores protestavam contra as condições desumanas de trabalho e a enorme carga horária pela qual eram submetidos (13 horas diárias). A greve paralisou os Estados Unidos. No dia 3 de maio, houve vários confrontos dos manifestantes com a polícia. No dia seguinte, esses confrontos se intensificaram, resultando na morte de diversos manifestantes. As manifestações e os protestos realizados pelos trabalhadores ficaram conhecidos como a Revolta de Haymarket.

Em 20 de junho de 1889, em Paris, a central sindical chamada Segunda Internacional instituiu o mesmo dia das manifestações como data máxima dos trabalhadores organizados, para, assim, lutar pelas 8 horas de trabalho diário. Em 23 de abril de 1919, o senado francês ratificou a jornada de trabalho de 8 horas e proclamou o dia 1° de maio como feriado nacional.

Após a França estabelecer o Dia do Trabalho, a Rússia foi o primeiro país a adotar a data comemorativa, em 1920. No Brasil, a data foi consolidada em 1924 no governo de Artur Bernardes. Além disso, a partir do governo de Getúlio Vargas, as principais medidas de benefício ao trabalhador passaram a ser anunciadas nessa data. Atualmente, inúmeros países adotam o dia 1° de maio como o Dia do Trabalho, sendo considerado feriado em muitos deles.








A Greve Geral de 1917  é o nome pela qual ficou conhecida a paralisação geral da indústria e do comércio do Brasil, em Julho de 1917, como resultado da constituição de organizações operárias de inspiração anarcosindicalista aliada à imprensa libertária. Esta mobilização operária foi uma das mais abrangentes e longas da história do Brasil.





 O movimento operário mostrou como suas organizações (Sindicatos e Federações) podiam lutar e defender seus direitos de forma descentralizada e livre, mas de forte impacto na       sociedade. Esta greve mostrou não só a capacidade de organização dos trabalhadores, mas também que uma greve geral era possível.

    



industrialização fez surgir no Brasil um novo perfil social : O operário fabril. O movimento operário começou a surgir ainda no final do século XIX, mas foi com a industrialização provocada pela Primeira Guerra  em nosso país que ele rapidamente se transformou em uma das principais forças políticas de sua época. Ele já em 1917, pode ser visto como um dos maiores movimentos operários do mundo.
Nas primeiras décadas do século XX o Brasil aumentou suas exportações. Em decorrência especialmente da Primeira Grande Guerra Mundial, o país passou a exportar grande parte dos alimentos produzidos para os países da Tríplice Entente. A partir de 1915 a ocorrência dessas exportações afetou o abastecimento interno de alimentos, causando elevação dos preços da pequena quantidade de produtos disponíveis no mercado. Embora o salário subisse, o custo de vida aumentava de forma desproporcional, deixando os trabalhadores em más condições para sustentar suas famílias e fazendo com que as crianças precisassem trabalhar para complementar as rendas domésticas.
A questão é como este movimento cresceu tão rápido e se fortaleceu tanto apesar de uma industrialização recente e incipiente. A resposta pode ser encontrada no violento regime de trabalho imposto aos operários na época, comparável somente ao do início da industrialização inglesa cem anos antes. Além disso temos que nos lembrar que a maioria dos operários eram imigrantes italianos e espanhóis com um histórico de organização política anterior. Eram estes, na sua maior parte, anarquistas.
A Greve Geral de 1917 marcou um dos momentos em que a força do movimento operário anarquista se demonstrou. Nunca na história deste país uma greve geral provocou um impacto tão grande. Apesar de limitada às regiões industrializadas, nos locais em que se efetivou, teve um impressionante grau de adesão por parte da sociedade. A resposta do Estado, controlado pelas elites, também foi impressionante. A legislação culpava de crime a ação anarquista. Estrangeiros envolvidos com a ideologia eram extraditados. Brasileiros eram presos e em ambos os casos eram comumente humilhados em público.
Durante o governo de Artur Bernardes a repressão se tornou aberta. Censura à imprensa, torturas, e assassinatos se tornaram condutas frequentes do Estado aos anarquistas. Ao final de seu governo o movimento estava todo desorganizado. As lideranças políticas comunistas - o Partido Comunista Brasileiro havia sido fundado ilegalmente em 1922 - passaram a comandar o enfraquecido movimento que, na década de 1930, foi praticamente extinto pela ditadura do Estado Novo (1937-1945).
Bibliografia:
http://www.projetomemoria.art.br/RuiBarbosa/glossario/a/greve-1917.htm - Página "Projeto Memória" - Greve de 1917
http://www.historiabrasileira.com/brasil-republica/greve-geral-de-1917/ - Página "História Brasileira" - Greve geral de 1917
http://www.libertaria.pro.br/brasil/capitulo15_index.htm - Página "Libertária" - A Crise das Oligarquias


Cresce número de trabalhadores com carteira assinada no Brasil Estudo do IBGE mostra que 82,4% dos empregados do setor privado possuíam carteira de trabalho assinada em 2012





Um estudo especial do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a evolução dos empregos formais no país, divulgado nesta terça-feira, acentua o crescimento do emprego com Carteira de Trabalho assinada, sobretudo a partir de 2008.


Elaborado para o Dia do Trabalho, comemorado nesta quarta-feira, o estudo destaca o aumento de 10,5 pontos percentuais observado na última década entre os empregados com carteira assinada no setor privado que, em 2003, somavam 71,9% e passaram para 82,4% em 2012, do total de 84,8% de empregados que se encontravam na iniciativa privada, no ano passado.



Considerando-se toda a população ocupada do país no período de 2003 a 2012, a análise do percentual de empregados com carteira assinada no setor privado mostra que o crescimento no período alcançou 53,6%, passando de 7,3 milhões para 11,3 milhões, enquanto a expansão do total dos ocupados foi 24% (de 18,5 milhões para 23 milhões).

Por setores de atividades, o estudo indica que o comércio foi o setor que mais registrou crescimento de empregados com carteira assinada. Em 2003, apresentava 39,7% e no ano passado subiu para 53%. 

O comércio responde também pela transformação qualitativa do mercado de trabalho. A grande concentração do trabalho com carteira, entretanto, está na indústria e nos serviços prestados às empresas, da ordem de 69,7% e 70,4%, respectivamente, em 2012.

O estudo do IBGE também mostrou que diminuiu nos últimos anos a diferença entre brancos e negros com carteira assinada. Do universo de ocupados de cor branca em 2003, 41,2% tinham carteira assinada, ao passo que, entre os ocupados negros ou pardos, a proporção era 37,7%, ou seja, havia uma diferença de 3,5 pontos percentuais entre as duas classes. Em 2012, a diferença caiu para 0,2 ponto percentual (49,4% para brancos e 49,2% para pretos ou pardos).

A análise por gênero de pessoas com Carteira de Trabalho assinada indica que houve um significativo crescimento da participação feminina no mercado de trabalho privado. O aumento observado entre 2003 e 2012 atingiu 9,8 pontos percentuais (de 34,7% para 44,5%), enquanto na população ocupada total, a participação das mulheres subiu apenas 2,3 pontos percentuais (de 43% para 45,6%).

Kaio EstevesDo mesmo modo, a escolaridade vem crescendo na população como um todo. No ano passado, 68,7% dos empregados com carteira tinham 11 anos ou mais de estudo, contra 53,5% em 2003. O aumento foi 5,2 pontos percentuais.

Nos dez anos analisados pelo IBGE, verifica-se que o rendimento dos empregados com carteira assinada evoluiu 14,7%. Embora tenha crescido o contingente de trabalhadores com carteira assinada, esses vinham de atividades anteriores cuja remuneração não era tão alta.

O estudo indicou também que o rendimento médio real da população ocupada com carteira assinada no setor privado passou de R$ 1.433,01 para R$ 1.643,30 entre 2003 e 2012. No mesmo período, o rendimento da população ocupada total cresceu 27,2% (de R$ 1.409,84 para R$ 1.793,69).



Número de empregos com carteira assinada cresce no Brasil
EM ARAÇATUBA, OS DOIS ÚLTIMOS MESES FORAM DE CRESCIMENTO NOS POSTOS DE TRABALHO
POR; KAIO ESTEVES - ARAÇATUBA


O MERCADO ARAÇATUBENSE COMEÇOU 2013 EM ALTA, APRESENTANDO DADOS POSITIVOS NA GERAÇÃO DE EMPREGOS NOS PRIMEIROS DOIS MESES DO ANO, SEGUNDO DADOS DIVULGADOS ONTEM PELO CADASTRO GERAL DE EMPREGADOS E DESEMPREGADOS (CAGED) DO MINISTÉRIO DO TRABALHO. EM FEVEREIRO, NA CIDADE DE ARAÇATUBA, FORAM 2.640 ADMISSÕES CONTRA 2.096 DESLIGAMENTOS, SALDO POSITIVO DE 544 NOVOS POSTOS DE TRABALHO. EM JANEIRO, 414 POSTOS DE TRABALHO FORAM CRIADOS, TOTALIZANDO 958 NOVAS VAGAS NO ACUMULADO DESTE ANO. MAIS DE 11 MIL ESTABELECIMENTOS FORAM ANALISADOS PELO CAGED.
O NÚMERO ACIMA ANIMA, JÁ QUE EM DEZEMBRO DO ANO PASSADO A VARIAÇÃO ABSOLUTA NO MUNICÍPIO FOI NEGATIVA EM 1.269 VAGAS DEVIDO, PRINCIPALMENTE, AOS CARGOS PROVISÓRIOS GERADOS PELO COMÉRCIO POR CAUSA DO PERÍODO DO NATAL.
EM FEVEREIRO, DE ACORDO COM O CAGED, O SETOR QUE MAIS EMPREGOU, EM ARAÇATUBA, FOI O DE SERVIÇOS, COM VARIAÇÃO ABSOLUTA DE 238 POSTOS DE TRABALHO ENTRE OS 544 CONTABILIZADOS.
PARA O SECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E RELAÇÕES DO TRABALHO DE ARAÇATUBA, CARLOS FARIAS, A EXPECTATIVA É QUE O MERCADO ARAÇATUBENSE CONTINUE CRESCENDO NOS PRÓXIMOS MESES DE 2013. "HÁ UMA CONSTANTE EVOLUÇÃO NO MUNICÍPIO PORQUE DIVERSOS INVESTIMENTOS NOS SETORES; IMOBILIÁRIO E INDUSTRIAI ESTÃO SAINDO DO PAPEL, ALÉM DOS OUTROS QUE JÁ FORAM CONSTRUÍDOS COMO O ESTALEIRO RIO TIETÊ E A RIGESA", DESTACOU.
 "ESTÁ SE CONSOLIDANDO O INVESTIMENTO EM ARAÇATUBA E ESSE CONSTANTE DESENVOLVIMENTO COM EMPRESÁRIOS QUE VÊM DE FORA E TAMBÉM PELO OTIMISMO DOS EMPRESÁRIOS LOCAIS", EMENDOU O SECRETÁRIO.