domingo, 18 de maio de 2014

África em Nós....terceira socialização.

Pesquisas e estudos dos brasões e bandeiras dos países envolvidos no projeto África em Nós
 

Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Angola, Guiné-Bissau. Foco do projeto na busca de suas histórias. 




sábado, 17 de maio de 2014

13 de Maio

Dia 13 de maio em Santo Amaro
Dia 13 de maio em Santo Amaro
Na Praça do Mercado
Os pretos celebravam
(Talvez hoje inda o façam)
O fim da escravidão
Da escravidão
O fim da escravidão
Tanta pindoba!
Lembro do aluá
Lembro da maniçoba
Foguetes no ar
Pra saudar Isabel
Ô Isabé
Pra saudar Isabé






Dando prosseguimento ao projeto África em nós, em pauta a abolição da escravatura no Brasil monarca e seus significados. 





" Em 13 de maio de 1888, era sancionada no Brasil a Lei Áurea, marco do “fim da escravidão no Brasil”. Não é novidade que a Lei ficou muito aquém de suas proposições e que o regime escravocrata ainda mantém suas raízes vivas dentro do país"

Por um Brasil Laico e Democrático - Guarani Kaiowá

Aécio Neves: arrocho salarial anunciado
Por Jeso Carneiro em 14/4/2014 às 05:00
Sobre a Frase do dia, de ontem, o professor universitário residente em Belém Válber Almeida escreveu a pensata abaixo:
É pra isso que este pessoal quer voltar ao poder: para disseminar a desgraça na vida das famílias de trabalhadores.
Pobre povo brasileiro, que dorme no berço esplêndido da ignorância e que, por isso, ainda vai carrear uma montanha de votos para estes vigaristas políticos.
Para eles, o Brasil está terrível do jeito que se encontra: taxas de desemprego batendo recorde, de tão baixas; salário mínimo a mais de 300 dólares; pobreza, indigência, fome e desigualdade em queda persistente; povo viajando de avião; sistema de parceria público-privado largamente vantajoso ao público; Polícia Federal atuante no combate à corrupção; combate ao crime organizado dentro do Estado ativo; contas públicas equilibradas; dívida pública sob controle; divisas internacionais nas estratosferas; respeito e relevância do Brasil em nível internacional.
Tudo isso é muito terrível para estes vigaristas representantes de uma elite desalmada, estúpida, pequena e sádica, para quem o paraíso é ver o país com taxas de desemprego acima de dois dígitos; é ver multidões catando lixo para viver; é ter um salário mínimo de menos de 80 dólares.
É ver o povo andando de pau-de-arara; é ter a Polícia Federal a seu serviço para apenas perseguir adversários políticos; é garantir a intocabilidade das máfias dos seus amigos dentro do Estado; é manter o país dependente do capital especulativo; é endividar até a exaustão o Estado; é entregar o patrimônio público a preços módicos para seus amigos e familiares.
É ter um país subserviente aos mandos e desmandos da Europa e dos EUA. As medidas impopulares destes vigaristas, concretamente, significam isso: mais para nós e os nossos e o mínimo para a patuléia, o que envolve a destruição do patrimônio público e do Estado em favor de seus amigos e parentes; arrocho salarial perverso e pervertido para atender aos interesses das multinacionais.
Mais dinheiro público para bancos improdutivos e para os grandes meios de comunicação dos seus amigos (Veja, O Globo, Estadão, Folha de São Paulo) para que fiquem de boquinha fechada sobre as super maracutaias que promovem com os recursos públicos.
As propostas e atitudes políticas dessa gente são mais compatíveis com as das máfias do que com as de autoridades públicas.
O Aécio Neves é um playboy vazio, amolecado, imbecilizado, irresponsável e mentiroso que não tem a mínima condição de governar nem a casa dele, muito menos um país. Mas isso é ainda pior em virtude dos vigaristas que orientam e assessoram os seus instintos predatórios, irracionais e selvagens.

A Ditadura Militar e as mulheres

Mesmo atrasados na democracia perante um mundo inteiro, devemos todo o agradecimento a estas mulheres
Há tempos fiquei relembrando das lutas travadas pelos brasileiros em prol da democracia e da liberdade de expressão durante os anos de chumbo, após o Golpe Militar, e que desencadeou a Ditadura Militar no Brasil até 1985. Quanta ânsia, quantos sonhos perdidos de uma juventude fadada a tomar a dura decisão de ser submissa ou lutar. A escolha de se calar não pode ser tachada como um ato de covardia e fraqueza, porque os anos eram de "chumbo" mesmo, e dos grossos.
As torturas eram estrategicamente dolorosas e não deixavam marcas externas. Por isso, aqueles que decidiam lutar tinham consciência dos riscos aos quais estavam expostos se fossem pegos: tortura, prisão ou morte.


Nesta agônica incerteza que os jovens brasileiros viviam nas décadas de 60, 70 e 80, há uma lista com 379 nomes de pessoas assassinadas, vítimas da ditadura militar instalada no Brasil há 50 anos. Que vergonha!
Muitas vidas foram aniquiladas e arbitrariamente alteradas durante esta época e ainda entoam na vida daqueles que militaram e sobreviveram à tortura e prisão. Mesmo com tamanha tragédia, comemoramos o fim da ditadura destacando o sofrimento heroico de mulheres e homens que eram considerados pelos militares como subversivos. Quanta ironia.
Entre os militantes comunistas, quero destacar a ação das mulheres que decidiram lutar e sofreram as mesmas torturas aplicadas aos homens, mas com maldades à parte: mutilação dos seios, do órgão genital e aborto forçado. Isso quando apenas socos, chutes e choques elétricos não eram suficientes.


Entre estes ‘subversivos`, destaco a presidenta Dilma Rousseff que, ainda menina, foi presa e torturada pelos militares. Dilma Vana Rousseff é, até hoje, reconhecida pelos colegas da então Organização Revolucionária Marxista - Políticas Operárias (Polop), depois Colina (Comando de Libertação Nacional) e por último da VAR - Palmares (Vanguarda Armada Revolucionária Palmares), como uma companheira estudiosa e dedicada às ações do grupo do qual fazia parte.


Dilma liderou muitas das ações organizadas pelos grupos. Companheiros daquela época defendiam a atuação de Rousseff - uma jovem universitária do curso de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais - em movimentos com os operários e estudantes, assim como na função de ministrar as aulas sobre o Marxismo e formação política daqueles que gostariam de se unir ao grupo revolucionário.


Assim como Dilma - ex-secretária estadual, ex-ministra e agora presidenta do Brasil - muitas mulheres que sobreviveram à ditadura são hoje intelectuais, que se tornaram profissionais e professoras universitárias de respeito, que seguiram suas vidas, cultivaram seus ideais, formaram suas famílias, tiveram filhos - algumas crianças cresceram na prisão, para serem amamentadas pela mãe prisioneira - e, hoje, fazem parte de um honroso grupo de mulheres que foram, assim como muitos homens, estrategistas, líderes e operadoras em ações anti-ditadura e cravaram os seus nomes na história do nosso país.
O canal a cabo GNT exibe, toda semana, um capítulo do documentário "Mulheres à luta". A produção mostra o relato de mulheres que militaram contra a ditadura. Os depoimentos são carregados de fortes emoções, como o detalhamento das torturas físicas e psicológicas que sofreram na mão de militares, impunes até hoje, e da felicidade intransferível que sentiram quando ganharam novamente o direito à liberdade. Uma verdadeira aula de civismo e patriotismo.


Cada sinal da idade aparente no rosto destas mulheres, hoje com mais de 60 anos, relembra para nós, brasileiros, o caminho recente percorrido por este país com mais de 500 anos e que se prepara para a sua sétima eleição nacional. Mesmo atrasados na democracia perante um mundo inteiro, devemos todo o agradecimento a estas mulheres, a maior das reverências. Nós, mulheres, devemos à essas senhoras lutadoras, a nossa luta pela permanência desta democracia tão desejada e conquistada com muito derramamento de sangue.


Devemos participar da política do nosso país, ser parte das tomadas de decisões, criar projetos de leis e nos fazer ouvidas nas Câmaras Municipais, Assembleias Legislativas e na Câmara dos Deputados.

Temos que lutar pelo nosso espaço, o direito de sermos no mínimo a metade: 257 deputadas federais, 47 estaduais, 14 governadoras, 2.782 prefeitas e, sempre, nos mantermos na liderança do nosso país. Assim os amigos de Dilma a reconheceram: como líder, assim são todas as brasileiras.

PT-SP Fonte: www.linhadireta.org.br/artigo/?p=Opini%E3o&acao=vernoticia&id=40509*Iara Bernardi é deputada federal 

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Reavaliando






Alunos percebendo falhas no aprendizado e refazendo o caminho.
Correção da avaliação escrita em grupos.
--- O que eu errei você pode ter acertado," vamos trocar figurinhas" 
?






"A avaliação do processo de ensino e aprendizagem, é realizada de forma contínua, cumulativa e sistemática na escola, com o objetivo de diagnosticar a situação de aprendizagem de cada aluno, em relação à programação curricular . A avaliação não deve priorizar apenas o resultado ou o processo, mas deve como prática de investigação, interrogar a relação ensino aprendizagem e buscar identificar os conhecimentos construídos e as dificuldades de uma forma dialógica. O erro, passa a ser considerado como pista que indica como o educando está relacionando os conhecimentos que já possui com os novos conhecimentos que vão sendo adquiridos, admitindo uma melhor compreensão dos conhecimentos solidificados, interação necessária em um processo de construção e de reconstrução. O erro, neste caso deixa de representar a ausência de conhecimento adequado. Toda resposta ao processo de aprendizagem, seja certa ou errada, é um ponto de chegada, por mostrar os conhecimentos que já foram construídos e absorvidos, e um novo ponto de partida, para um recomeço possibilitando novas tomadas de decisões.

http://educador.brasilescola.com/trabalho-docente/avaliacao-escolar.htm

Entendemos por pinturas rupestres por mais uma fonte de informação além da arte em si. Geralmente são encontradas em paredes de cavernas que serviam como habitações dos povos pré-históricos.Os estudiosos em geral costumam afirmar que as pinturas rupestres contam com "feições naturalistas"  ou seja, o humano e dos animais são presenças constantes nestas manifestações artísticas. Geralmente o humano ocupa a posição de caçador, coletor, senhoras parturientes e trabalhos coletivos entre outros. 




" Segundo a maioria dos historiadores a arte rupestre seria uma manifestação simbólica ou de práticas magias e feitiçarias" ou seja os historiadores acreditam que os homens pré históricos se desenhavam nas paredes das cavernas matando um animal que serviria como alimento, dessa forma quando saísse pra caçar,  o que pintou nas paredes se concretizaria.




 Se refletirmos um pouco sobre o assunto, talvez podemos chegar a conclusão que essas cenas de caças registradas na paredes das cavernas seria um forma de pedido em oração de uma boa caça como fazem os que creem em um Deus presente e onipotente nas sociedades atuais quando pretendem que  algo  ou alguma coisa  seja alcançada.




No Brasil contamos com vários sítios arqueológicos, dentre eles o do  Parque  Nacional da Serra da Capivara, no estado do Piauí. Foi em São Raimundo Nonato que Niède Guidon e sua equipe de arqueólogos "notificou a presença de facas,machados,e fogueiras com cerca de 48 mil anos de existência"







Além dos artefatos líticos e esqueletos humanos encontramos também nesses sítios  arqueológicos localizados no Parque Nacional  Serra da Capivara, pinturas rupestres com cerca de 30 mil anos que representam cenas do cotidiano como;  de sexo, daça, partos entre outras. 







RRRrrrr! Na idade da pedra (Dublado Brasil pt)




Na Idade da Pedra
Por Letícia Cavazzana
Aluna do 1º ano A do EM da escola Lopes Borges. 

O filme conta a história de duas tribos que lutavam há muito tempo. A primeira era a tribo dos cabelos limpos e a segunda dos cabelos sujos.  A rivalidade entre as duas tribos já duravam mais de 600 anos, uma das tribos queria descobrir a formula do shampoo enquanto a outra viver em perfeita harmonia com cabelos limpos. Assim o filme retrata a vida dos povos pré-históricos, eles habitavam cavernas, viviam  da caça, pesca e coleta. Ainda não haviam descoberto a agricultura e conforme aconteciam às situações do cotidiano descobriam novas maneiras de sobrevivência, como por exemplo, a utilização da linguagem oral, que se dividia entre gritos e gestos e usavam uma linguagem mais desenvolvida em situações onde era necessário ser entendido por habitantes de outras tribos, expressão de sentimentos, a descoberta do riso, do prazer e do amor e da morte  entre várias outras coisas, situações que permanecem até os dias de hoje que somos totalmente dependentes delas. Naquela época, viviam em cavernas e a sobrevivência fora delas era um pouco difícil devido a lugares desconhecidos, conflitos culturais e tecnológicos entre os personagens. Podemos concluir que a Pré-história foi um período muito importante onde tudo começou e é através dele que estamos aqui hoje. 


Fotos de atividades relacionadas a pinturas rupestres com o 6º ano A do EF uso de urucum, açafrão, sumo de plantas,tinturas solúveis,carvão etc