"O historiador das ideias pode (por sua conta e risco) não dar a mínima para a economia, e o historiador econômico pode não dar a minima para Shakespeare, mas o historiador social que ignora um dos dois não irá muito longe." Eric Hobsbawm
terça-feira, 7 de abril de 2015
domingo, 22 de março de 2015
Artigo de opinião sobre a teoria do Conde de Gobineau, apostila do aluno da 8ª série (9ºano) Por Jessian e Henrique
| Interlocutora Aline paula com os alunos Jessian e Henrique durante a aula de História sobre o Imperialismo Europeu |

O conde de Gobineau estava completamente errado no que diz respeito à proibição da mistura das raças.
A miscigenação ocorreu ao longo da
história e foi indispensável para a formação do povo brasileiro.
Consideramos a teoria de Gobineau como preconceituosa e
absurda em sua atitude perante brancos e negros.
Lastimável.
Para maiores informações
http://educaterra.terra.com.br/voltaire/mundo/eugenia7.htm
http://www.historiaehistoria.com.br/materia.cfm?tb=professores&id=162
O nosso lixo de cada dia.
Ontem vi algo inacreditável enquanto esperava o pedido de três
marmitas para o almoço em família. Um fulano
com alguns folhetos de propagandas de produtos a ser consumido pela sociedade capitalista
olhava as ofertas ansiosamente enquanto fumava um cigarro, até aí tudo bem,
nada de anormal, quando de repente atirou-as ao chão sem remorso algum, nada de
pensar em enchentes etc. Fiquei um tanto quanto intrigada, afinal o fulano
estava “bem apanhado” e sujar as ruas me parece ser coisa de “gentinha”. Eu o olhei com tamanha perplexidade que amaçou
o último folheto de propaganda que ainda tinha em mãos e guardou no bolso da
bermuda que trajava. Distrai-me por um instante em meio a um belo gole d’água
que saciou imediatamente minha sede e ualala, o papel amassado se unia aos
companheiros que estavam juntos a guia de sarjeta, com uma diferença, este
estava amassado enquanto os outros ainda se mantinham intactos, pois não
sofreram a ira dos dedos humanos e ostentavam as ofertas aos transeuntes menos
distraídos. A esposa do fulano que exibia
uma postura exuberante e também esperava por marmitas, recebeu-as das mãos
cuidadosa da balconista e veio ao encontro do “maridão” e, como um belo casal
de pombinhos atravessaram a rua adentraram ao carro que se encontrava
estacionado a sombra de uma majestosa árvore, rumaram para um sossegado almoço
no lar doce lar. O que fiz? Recolhi o
material e coloquei-o numa “coisa” chamada lixeira.
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