domingo, 28 de abril de 2013

Dia da Educação deve ser todos os dias!!!!!!!!!





Dia 28 de abril, foi escolhido como o dia que a educação deve ser lembrada. Algum político deve ter levado essa ideia ao Congresso Brasileiro e agradado a todos que compõem  o Legislativo de forma  legitima.Mais uma data, mais uma comemoração, mais aplausos e não se percebe ou não é interessante perceber que a Educação em nosso país, precisamente a do estado de São Paulo que conheço bem de perto está na UTI e sofrivelmente respirando!




 É interessante averiguar que de acordo com nossa Constituição e a nossa Lei de Diretrizes e Base da Educação no Art 22°. A educação básica tem por finalidade desenvolver o EDUCANDO, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da CIDADANIA e fornece-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores. 
Penso que profissionais mal remunerados, escola de tempo integral com total ausência de infraestrutura, salas de informática desprovidas da quantidade ideal de computadores, progressão continuada que não permite uma avaliação adequada do aluno, a instalação da violência em sala de aula, profissionais mal formados e desprovidos de tempo de  aprofundamento  de estudo devida a árdua carga horária e sem contar os desarranjos familiares que grande parte de nosso alunado enfrentam, são alguns fatores que deveriam chamar a atenção de nossos governante para empreender a busca da cura da educação e assegurar  que o artigo 22° seja realmente cumprido na  formação de cidadãos plenos e capacitados para o mercado de trabalho.   





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sexta-feira, 19 de abril de 2013

" E todo dia, era Dia de Índio..." Minha singela homenagem a essa brava gente!!!!!!!!!!



"Ainda marginalizados pela sociedade, hoje, a maioria destes nossos companheiros nessa Nave planetária, trabalham pela proteção à natureza, pela igualdade, pelo trabalho cultural! Agradecemos de coração.

 Ahow, irmãos!"






Povos indígenas escravizados pelos portugueses




presidente Getúlio Vargas decretou em , 19 de abril  de 1943, o Dia Nacional do índio. a partir desta data, o dia do índio passou a fazer parte do calendário escolar e, nossos filhos chegam em casa trajando cocares produzido através de folhas de papel sulfite e com rostinhos pintados, até aí tudo bem, a pergunta é

Eles, nossos filhos, alunos sabem porque estão comemorando o Dia do Índio? só para reflexão, sem polêmicas!

Conflito entre Índios e Garimpeiros

São chamados índios os habitantes das Américas no período em que estas foram descobertas pelos europeus e assim denominados permaneceram ao longo do tempo. Antigamente, o Brasil era ocupado por cinco milhões de índios, mas este número mudou quando as pessoas descobriram as riquezas existentes em território indígena que fez com que muitos fossem dizimados e expropriados de seu território. Hoje, existem cerca de 370 mil índios espalhados pelo Brasil, cerca de 190 mil deles encontra-se na região norte.
Possuem amparo da Constituição Federal e da FUNAI (Fundação Nacional do Índio) que lhes dão a posse das terras onde estão alojados e lhes oferecem exclusividade para viverem dos recursos existentes nas mesmas. Apesar de toda a ostentação existente, ocorrem práticas e projetos irregulares no território indígena, pois esses são invadidos e tomados a fim de se extrair fontes geradoras de dinheiro.
A prática ilegal em território indígena mais conhecida é o garimpo que apesar de ser ilegal cresce com números alarmantes. Em 2004, a reserva Roosevelt, pertencente aos cintas-largas que se localiza entre Rondônia e Mato Grosso, foi invadida por garimpeiros quando estes descobriram que a região era a maior reserva de diamantes do mundo e que poderia fornecer um milhão de quilates por ano. Esta invasão resultou num conflito sangrento, pois 29 garimpeiros foram mortos pelos índios quando tentavam defender seu espaço.



No mesmo ano, a região entre Roraima e Amazonas, onde se encontram a reserva dos Yanomami, foi invadida de forma diferente. Os garimpeiros propuseram aos índios que lhes permitisse explorar o território em busca de minérios enquanto distribuíam espingardas e munições aos mesmos que rapidamente aceitaram o negócio. Um dos líderes da aldeia afirmou que o governo não impede e nem intimida a ação dos garimpeiros da região que ameaçam a vida dos Yanomami com DSTs, gripe, malária e conflitos sangrentos, uma vez que quando as aldeias se enfrentam geram grande quantidade de mortos, e estes, segundo a tradição Yanomami, são vingados gerando um ciclo conflitante entre os índios.
A rede internacional de comércio clandestino, que permanece por trás dos garimpeiros, nada sofre, pelo contrário, se enriquecem e retiram do país a oportunidade de se destacar em exportação de minerais e tira cerca de 800 milhões de arrecadações por ano.
Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola

quinta-feira, 18 de abril de 2013

"Bendito aquele que semeia livros e faz o povo pensar". Castro Alves


Sou fascinada pelo lado complicado. Tenho um olho alegre que vive: sou uma pessoa despachada, adoro família, adoro a natureza. Mas eu tenho um outro olho que observa o lado difícil, sombrio. A minha literatura nunca vai ser "aí casaram e foram felizes para sempre". Minha literatura sempre nasceu do conflito, da dificuldade, do isolamento.
—Lya Luft





Recentemente recomendado por uma amiga e professora de Língua Portuguesa e Literatura li o livro de Lya Luft, O Tigre na Sombra e decidi recomendá-lo aqui. Não sou seguramente nenhuma crítica literata, apenas leitora e “escrevinhadora”, só isso! Mas, meu tigre está na sombra, embora ele não tenha olhos azuis! 
De vez em quando ele escapa foge... Choro e sofro me perco e Morro!  Enquanto está espécime admirável permanece na sombra, estou mais segura, mas não liberta. 
 Todos nós temos um belo tigre e, às vezes na sombra, outras soltos em campinas verdejantes em busca da caça causando dor, suor, lágrimas crescimento, aprendizado, conhecimento. Estar com o tigre à sombra me conforta me acalma me dá segurança.  Mas tigres não nasceram para ficar à sombra. São livres, independentes, amantes do sol. 
O tigre da Doda, nunca estava tranquilo deitado na sombra das imensas e passivas árvores que a cercavam e esse tigre a fazia sofrer muito, mas a menina crescia a cada dia com essa dor e enriquecia, tornou-se fortaleza. Buscava em Dolores, talvez esse fosse o nome do tigre, coragem pra lutar, se aceitar e resistir às investiduras maldosas e doloridas de sua genitora.
 Dália crescia com seu tigre totalmente á sombra, mais tarde plantou e colheu dor e sofrimento, talvez porque não tivesse força ou não a quis ter para despertar seu tigre e tirá-lo do espelho como o fez Doda. 


" Quando somos crianças vemos o mundo de um jeito que, depois de sermos educados desaparece"

Lya Luft,









quarta-feira, 17 de abril de 2013


Araçatuba em luto! Morreu hoje na cidade,  a baluarte das artes plásticas Mildred Pacitti.


Dona Mildred como era conhecida afirmava;  "A arte não se vende."




"Minha homenagem a artista e amiga Mildred Pacitti.
A partir de hoje o céu ficará mais lindo com suas correntinhas coloridas.
Descanse em paz querida amiga !!"
















"Na semana em que completei 80 anos de idade, em janeiro deste ano, expus alguns quadros no saguão da Prefeitura de Araçatuba. O prefeito Cido Sério e o vice Carlos Hernandes prestigiaram a exposição e me receberam carinhosamente em seu gabinete. Agradeço a todos da Prefeitura e da Secretaria Municipal de Cultura pela atenção e carinho com que me trataram. Ao prefeito Cido Sério e ao vice Carlos Hernandes, compus as duas quadrinhas abaixo colocadas, como forma de agradecê-los e incentivá-los à frente da Prefeitura de Araçatuba."

Ao prefeito

Prefeito Cido Sério,
não tem mistério!
Vai levantar este império
com ideal e trabalho sério.

Ao vice

Carlos Hernandes, vice-prefeito,
pelo povo foi eleito...
Empresário varonil,
além fronteiras do Brasil! 

Por Mildred Pacitti

terça-feira, 16 de abril de 2013

Doces Recordações!




Meu tamanquinho com moranguinhos desenhado, eu amava-o

Tive uma infância pobre, mas feliz, cresci no meio do mato como macaca sobre árvores, elas não tinham segredos para mim! Brincava de casinha, esconde-esconde, barata no ar, queima e quando juntava a galera da vizinhança nos terços católico habitual o Passa-anel e o Que mês, eram brincadeiras clássicas, hoje são consideradas folclóricas. Que ironia!!! Namoro no escuro era terminantemente proibida pela minha mãe, só de pensar no item passeio no escuro a deixava de “cabelos em pé”. Pasmem, mas obedecíamos severamente.


Na escola isolada fui jogadora de futebol, ótima goleira, diga-se de passagem.
Apelidaram-me de japonesa. Eu não gostava, eu não era descendente imigrante japonês. Hoje sei o motivo do apelido, tenho descendência indígena. Nada contra os japoneses, adoro sachimi e se tiver polvo então? Delícia!




 Tenho dificuldade com a matemática, embora eu saiba que ela está presente em tudo, até no meu caminhar. Infelizmente tenho uma triste recordação referente à matemática. A minha professora do primeiro ano do primário, me solicitou a ida á lousa para resolver uma conta qualquer, como eu não consegui, ela desferiu um soco em minha cabeça de cima para baixo. Eu só tinha sete anos! Chorei muito, mas não reclamei aos meus pais, porque se soubessem, eu apanharia por ter levado um soco da professora. Significava que eu não estava cumprindo com o meu dever de estudar e aprender.
Em outra triste recordação, tive meu caderno lançado ao chão com muita fúria, pela professora a qual não me recordo o nome, já no chamado 4º ano primário, ela o julgou ser um lixo porque eu gostava de desenhar ás margens do caderno e, ele era todo colorido, enfeitado com desenhos de flores. Hoje não sei desenhar, mas me viro muito bem com pintura á lápis e consigo trabalhar bem as cores.

Nunca fui à melhor, mas também nunca fui à pior. Criativa nas redações embora com erros ortográficos. 

A merenda era feita na casa de uma vizinha que era contratada para cozinhar para os alunos. Os adultos cochichavam pelos cantos que a merendeira não era confiável. Com o passar dos anos ela foi embora com sua prole enorme pra grande São Paulo e, outra senhora assumiu a tarefa de cozinhar para os alunos, mas por pouco tempo, logo construíram uma cozinha, um “puxadinho” na própria escola e filha mais velha da vizinha foi contratada. Apresentaram-me o leite ninho e a carne de soja. Era uma delícia fazer chapéu de marinheiro com folhas de caderno, adicionar um pouco de água e ingerir aquela meleca doce. Foi à professora leda que nos ensinou isso, a mesma que atirou meu caderno ao chão.

 Como eu já citei acima a minha escola era isolada (nome dado a escola que se situavam em comunidades rurais), portanto tinha uma fileira de cada série, já explico. Desde o 1º ano ao 4º ano os alunos e professora se acomodavam na mesma sala de aula e, a lousa era dividida em quatro partes pela professora, portanto uma parte para cada fileira, ou seja, série. Era uma alegria todo início de ano mudar de fileira! Era o máximo, sinal de conquista.
 A estrada de terra passava ao lado da escola. Fazíamos companhia a nossa professora que ficava esperando carona de suas colegas que vinham do vilarejo vizinho, Nova Palmira, conhecida popularmente por Minhoca.

 Minha casa ficava cerca de quinhentos metros da escola. Havia certa inimizade entre os “alunos de baixo e os alunos de cima”, é que a escola ficava no meio da antiga fazenda Limoeiro que foi dividida em pequenos sítios.  De vez em quando os meninos rolavam na terra vermelha da estrada e os pais acabavam envolvidos nas brigas de crianças. Os pais “de baixo” e os pais “de cima”.
Havia no pátio da escola uma bela horta construída pelos alunos e pela maravilhosa professora Therezinha, mas nunca usufruímos de nossas verduras, pois a dona do sítio em que a escola estava localizada se sentia no direito de surrupiar nossas hortaliças, inclusive as árvores ornamentais que plantávamos nunca cresciam porque ela levava todas pra sua casa e, claro nunca nos pediu!

 A água vinha do poço que ficava no pátio da escola. Tínhamos que puxar água com balde. Minha mãe não permitia que eu fizesse isso, tinha medo que eu caísse no poço, e as professoras respeitavam a atitude de minha mãe. Sempre perdíamos corda e balde, quando os esquecíamos no pátio da escola e não os guardávamos no “grupo escolar”, era o nome dado ao prédio, quatro paredes com telhado de quatro águas, não havia varanda.
 Na Escola sob o nome de Córrego do Jacu no Bairro das Casinhas estudei desde a primeira a quarta série, quarta série que foi conquistada graças á luta encabeçada pelo meu pai, pois nos anos anteriores a escola só oferecia condições de estudo até a o terceiro ano do primário.




segunda-feira, 15 de abril de 2013

História da palavra CARALHO. Para os que usam essa palavrinha o tempo todo,aí está o seu significado!!!!!!!






O que significa a palavra “CARALHO”?






Segundo a Academia Portuguesa de Letras, "CARALHO" é a palavra com que se denominava a pequena cesta que se encontrava no alto dos mastros das caravelas, de onde os vigias perscrutavam o horizonte em busca de sinais de terra.

O CARALHO, dada a sua situação numa área de muita instabilidade (no alto do mastro) era onde se manifestava com maior intensidade o rolamento ou movimento lateral de um barco.
Também era considerado um lugar de "castigo" para aqueles marinheiros que cometiam alguma infração a bordo.

O castigado era enviado para cumprir horas e até dias inteiros no CARALHO e quando descia ficava tão enjoado que se mantinha tranquilo por um bom par de dias. Daí surgiu a expressão:

“MANDAR PRO CARALHO"

Hoje em dia,CARALHO é a palavra que define toda a gama de sentimentos humanos e todos os estados de ânimo.
Ao apreciarmos algo de nosso agrado, costumamos dizer:

“ISTO É BOM COMO CARALHO”

Se alguém fala conosco e não entendemos, perguntamos:
Mas que CARALHO é que estás a dizer?
Se nos aborrecemos com alguém ou algo, mandamo-lo pro CARALHO.

Se algo não nos interessa dizemos: NÃO QUERO SABER NEM PELO CARALHO.
Se, pelo contrário, algo chama a nossa atenção, então dizemos:
ISSO INTERESSA-ME COMO CARALHO.

Também são comuns as expressões: Essa mulher é boa como CARALHO (definindo a beleza);
Essa gaja (moça)  é feia como CARALHO(definindo a feiura);
Esse filme é velho como CARALHO (definindo a idade);
Essa mulher mora longe como CARALHO (definindo a distancia);

Enfim, não há nada que não se possa definir, explicar ou enfatizar sem juntar um “CARALHO”.
Se a forma de proceder de uma pessoa nos causa admiração dizemos:
"ESTE TIPO É DO CARALHO"

Se um comerciante está deprimido pela situação do seu negócio, exclama: “ESTAMOS A IR PRO CARALHO”.

Se encontramos um amigo que há muito não víamos, dizemos:
PORRA, POR ONDE CARALHO É QUE TENS ANDADO?

É por isso que lhe envio este cumprimento do CARALHO e espero que o seu conteúdo lhe agrade como CARALHO, desejando que as suas metas e objetivos se cumpram, e que a sua vida, agora e sempre, seja boa como CARALHO

A partir deste momento poderemos dizer "CARALHO", ou mandar alguém pro"CARALHO" com um pouco mais de cultura e autoridade acadêmica...

“UMA SEMANA DO CARALHO PRA VOCÊS"


http://ideiasquasenossas.blogspot.com.br/2006/03/qual-o-significado-de-caralho.html



Teorias da chegada do homem nas Américas

  Vídeos produzido pelos alunos do 1º ano A da professora Silvana Paupitz.....